
Hoje fui ao shopping. Bem que é normal fazer esse programa, mas não na véspera da véspera do dia dos namorados. Quando botei o pé na porta de entrada, e senti aquela movimentação, deu vontade de recuar, correr para o ponto e pegar o primeiro ônibus com destino a FGR. Mas não podia, pois tinha combinado de encontrar uma amiga, que ia comprar o presente do namorado. Como cheguei primeiro, fiquei passeando e olhando vitrine. Um loja aqui, outra ali, mas todas chamando à atenção dos enamorados, dos namorados, dos amantes, dos maridos e das esposas. Não sei para que tanto. Eram caixas decoradas, almofadas, frases nas portas de vidros, penduricalhos pendurados no interior das lojas, tudo quanto é forma de chamar atenção para a data. Cansada de andar pra lá e pra cá, resolvi sentar. Sentei em um daqueles banquinhos que ficam nos corredores do shopping. Em seguida comecei a prestar atenção ao que acontecia em volta. Minha percepção não me deixou muito feliz. Os casais de enamorados começaram a passar em minha frente. Jovens e adultos, todos deixavam transparecer a felicidade da véspera da véspera do dia dos enamorados. Eu vi o brilho nos olhos de cada um deles. Quando não estavam juntos, passavam sozinhos com um presente na mão, ou em busca do objeto desejado. Eram sacolas de lojas e estilos diversos. Mas eles precisavam comprar uma lembracinha que fosse para a pessoa amada. Enquanto estava ali sentada, tambem ouvi falar em jantar. Alguém planejava uma jantar para a pessoa amada. Na sexta eles vão dizer que se amam, que nao conseguem viver sem o outro e coisa e tal. Não sei até que ponto essa euforia do dia dos namorados é boa. Até onde essa felicidade é verdadeira, nem até quando esse amor pode durar. Mas eu vi nos olhos dos apaixonados o quanto é bom ter alguém para dividir o dia dos enamorados.
Um comentário:
OI AMIGA!!!
Como me senti culpada por ter ido ao shopping aquele dia com vc...
Mas relaxe e atire a primeira pedra quem já não passou um DIA DOS NAMORADOS a sós???
Eu bem sei o que é isso, pois foram váaaarios.
Bjos,
Ana
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